quarta-feira, 19 de abril de 2017

Disney presente em eventos de quadrinhos que se multiplicam país afora


A Abril Jovem, divisão responsável pelas publicações Disney da Editora Abril, anda passeando Brasil afora com o intuito de levar um pouco de conhecimento sobre determinado ponto curioso envolvendo suas publicações. 

Abril Jovem na CCXP - TOUR NORDESTE, em abril de 2017

Às vezes, pode ser uma palestra focada em um respectivo personagem - a exemplo do que já fizeram com o Zé Carioca, falando de sua época mais clássica de autoria de Renato Canini, Ivan Saidenberg e muitos outros artistas que representaram verdadeiros pilares para que o papagaio ganhasse grande notoriedade e carinho do público entre os principais títulos ainda publicados hoje.

Edição de Luxo - o material mais clássico de Zé Carica produzido por Ivan Saidenberg e Renato Canini

Pateta é outro exemplo curioso que pode render outra palestra. A coleção Pateta Faz História, por exemplo, está sendo toda adaptada para as edições de luxo. Composta antes em 20 volumes, será realocada agora para 5 edições de luxo. Cada uma introduzirá 5 edições, ou seja, 5 das 20 grandes personalidades reconhecidamente históricas no mundo todo. Inclusive, o primeiro número já saiu, foi lançado no finalzinho de março e ainda pode ser facilmente encontrado nas bancas, algumas redes boas de livrarias e demais pontos 'on line' do ramo.


E como não se pode esquecer, Mickey sempre pode ser assunto de algum bate-apo em um evento de quadrinhos. Afinal, quem nunca associou a palavra "gibi" com Mickey? Por que não falar deste que simplesmente a chave de todas as portas do Mundo Maravilhoso de Disney? Ainda mais agora, quando todos os leitores querem saber mais informações a respeito dessas edições caprichadíssimas que reúne sua fase mais clássica? 

Sim. Estou falando de "OS ANOS DE OURO DE MICKEY", uma edição de luxo fenomenal, composta por 37 volumes e está começando a sair aqui no Brasil, já com dois volumes lançados. Um mérito da Editora Abril que nunca, nestes mais de 60 anos, abriu mão de publicar os quadrinhos Disney, resistindo aos tempos, adaptando-se às mudanças e ao cenário econômico brasileiro.


Para nossa alegria, as produções desse calendário 'geek' só vêm aumentando. Novas cidades vêm lutando para também produzirem o seu dia especial em celebração a essa arte. E municípios que possuem essa experiência estão aprimorando cada vez mais suas próximas edições, como é o caso da Santos Comic Expo o qual tive a felicidade de assistir a sua primeira edição e este ano terá dois dias. Muito bom!

https://www.facebook.com/santoscomicexpo/

Está se tornando uma tradição esse tipo de acontecimento que visa reforçar, apoiar, incentivar cada vez mais a cultura de se expressar pelo desenho fazendo quadrinhos, algo que até então era visto com certo desdém da parte de educadores os quais insistiam em acreditar e fazer uma lavagem cerebral nas crianças de que apenas os livros eram merecedores de atenção e respeito. 

Hoje o tempo mostra que as HQs não vieram substituir os livros, mas, sim, acrescentar mais um estilo de leitura que pode proporcionar momentos de entretenimento tão bons quanto um bom livro, porém, com seu diferencial e estilo próprio. Esse mercado não cresce para menosprezar o outro, mas andar junto, provar que é perfeitamente possível ambos coexistirem. 





Abraços a todos.

Fabiano Caldeira.


quarta-feira, 12 de abril de 2017

Capas - Mensais Disney - Abril e Maio


Compartilho as capas das mensais Disney dos meses de abril e maio, publicadas pela Abril Jovem. Essas revistas com padronização simples são bastante acessíveis às pessoas de quase todo tipo de bolso, contém histórias muito bacanas de aventura e divertimento. Gosto muito do Donald, mas é difícil apontar qual meu título preferido. Minha escolha vai muito do momento, da capa, de folheá-la um pouco, da Lua, do dia da semana, do meu horóscopo...rsrs....  Difícil comprar tudo, então vou me tornando seletivo de acordo com critérios que nem sei explicar. Cada um tem sua tática de decidir qual levar para casa. E com vocês? Como é?









Abraços a todos.

Fabiano Caldeira.



quarta-feira, 5 de abril de 2017

BBB17: Não houve punição





E tudo acabou em pizza.

O belo exemplo que a TV dá às pessoas -- de que é normal fazer tudo, até mesmo os atos mais inconsequentes e prejudiciais ao seu próximo, apenas por ambição ou vaidade -- permaneceu.

Um abraço a todos.

Fabiano Caldeira.

terça-feira, 4 de abril de 2017

BBB17 - O lamentável comportamento deve ser punido





O que mais me espanta são pessoas se manifestando como se tudo o que ele tivesse feito fosse algo normal.

A que ponto chegamos neste país. Assistirmos um participante intimidando, agindo de violência psicótica, tortura psicológica além dos limites toleráveis de um bom senso, e há quem justifica dizendo que é normal.

Não. Não é normal. Esse tipo de comportamento é perigoso. Um programa exibido em uma emissora de TV aberta com alcance nacional e que é líder de audiência no horário não pode deixar tudo o que aconteceu simplesmente cair no esquecimento, como se tudo não passasse de uma coisa qualquer.

A direção do programa, não é de hoje, vem sendo permissiva demais aos participantes que pensam que podem tudo. O resultado está aí: um show de degradação humana fora de controle, que exibe momentos de transtorno e brutalidade como se fosse algo banal.

Pelo bem moral das pessoas envolvidas e até visando a própria imagem da emissora, espero que uma atitude punitiva seja tomada contra tudo o que aconteceu ontem. Ele pode sair no paredão. E se não sair, que haja uma punição dentro do programa. O que não pode é ficar essa mensagem de que vale tudo, inclusive traumatizar as pessoas, para conseguir se dar bem na vida.

Se continuar assim, daqui a pouco acharemos normal crianças de 10 anos desfilarem com escopeta, revólver 38 ou 22, rifles, fuzil pelas ruas de nossos bairros. Vamos achar normal não poder passar em determinadas ruas porque, se alguém passar ali, é morto. Vamos começar a achar normal pessoas causarem malefícios às outras simplesmente porque gostam de se sentirem melhores.

Isso não pode acontecer. Se as coisas neste país chegarem a este ponto, será o fim.

A TV tem grande influência nas pessoas. É preciso que a TV tenha consideração em mostrar que violência, intimidação, brutalidade, exposição traumática e maliciosa de fatores íntimos da vida de alguém não fazem da pessoa um vencedor, pelo contrário, o indivíduo só tem a perder com esse tipo de comportamento.

Abraços a todos.

Fabiano Caldeira.

sábado, 1 de abril de 2017

As Edições de Luxo da Disney pela Abril


A Editora Abril demorou para entrar no segmento de edições de luxo (aqueles encadernados em capa dura). Quando ela deu o pontapé inicial, através das publicações "Dragon Lords" e "O Mistério dos Signos", as concorrentes já estavam cansadas de exibir seus lançamentos. Ela começou tarde, porém, fazendo estardalhaço. 

Após a experiência bem sucedida com os dois primeiros encadernados, vieram ícones de peso envolvendo, por exemplo, o melhor das histórias dos Escoteiros Mirins, cuja maioria da seleção são obras de Carl Barks, seguindo para artistas que o admiravam, Pateta Repórter (uma série que valorizou bastante o personagem, traçando um olhar bem-humorado à comunicação midiática [jornalística] frente ao poder político e social europeu) e a coleção da Fantagraphics, que reuniu as aventuras do Pato Donald produzidas por Carl Barks, verdadeiros tesouros de HQs, revitalizadas, segundo dizem, de acordo com os padrões originais da época.


Os exemplares da Fantagrafics são vários. Não tenho informação se a Abril irá publicar todos. Porém, já estamos no quinto volume. O primeiro foi "Perdidos nos Andes", depois vieram "O Segredo do Castelo", "Em Busca do Unicórnio", "A Cidade Fantasma" e agora lançarão "O Papagaio Contador" (a partir de 27 de Abril). 


Não menos importante, presentearam o leitor com "Tesouros Disney", um apanhado de HQs desconhecidas e nunca antes publicadas por aqui, dando ênfase a uma longa trama com Mickey e Minnie, no estilo mais clássico dos personagens. Há quem dissesse que "O Monarca de Medioka" não fez jus às expectativas. Outros demonstraram amor intenso. Independente de qual tipo de impressão ela despertou no leitor, não se pode negar que foi, de fato, um ícone notório.


E no meio desse apanhado de HQs inéditas supostamente raras e também das revitalizações de obras atemporais e históricas, já vieram dois especiais de "Os Anos de Ouro de Mickey", trazendo à tona um material imperdível dos primórdios da existência deste personagem que é, simplesmente, o abre-portas para o Mundo Maravilhoso da Disney que amamos. 


"Os Anos de Ouro de Mickey" é um verdadeiro tesouro porque começa com a reprodução de suas primeiras tirinhas, no início dos anos 30, algumas do próprio Walt Disney, Ub Iwerks e Floyd Gottfredson. Um Mickey que, certamente, muitos de nós não conhecemos e era diferente de hoje. São quatro volumes, sendo que o segundo foi lançado agora. 

Lembrando que "Pateta Faz História" também está aí, como mais um item de grande importância que foi revitalizado em edição de luxo, encabeçando cinco volumes, com o primeiro lançado na segunda quinzena de Março.


"Os Anos de Ouro de Mickey", "Pateta Faz História" e "Pato Donald por Carl Barks" terão mais volumes nos próximos meses. O preço, em média, gira em torno de R$ 59,00 a R$ 69,00 (cinquenta e nove a sessenta e nove reais). 

E fica o pensamento curioso: O que será que virá mais adiante? Que tipo de material podemos aguardar depois? Ainda há quadrinhos de grande valor histórico a serem trazidos para as edições de luxo da Abril? Os futuros títulos terão certo grau de notoriedade?

Seja como for, em meio à crise que assola o país, tal como a falta de boa vontadade perspectiva de nossos bandidos de colarinho branco governantes, aconselho que os leitores aproveitem bem esse panorama extraordinário de encadernados da Disney. Não se sabe por quanto tempo durará essa festa e muito menos as degustações  e surpresas de logo mais porque morreremos todos nas mãos da violência e impunidade ou, então, estaremos afundando cada vez mais no lamaçal da miséria que só aumenta e vai abocanhando tudo e todos, como um daqueles buracos negros do universo os quais parecem não ter fim


Abraços a todos.

Fabiano Caldeira.