quarta-feira, 11 de março de 2015

[Filme] Encaixotando Helena

Continuando as postagens inspiradas na Sexta-Feira 13 que teremos nesta semana (notaram que estamos atualizados diariamente esta semana), desta vez mostro um filme bastante estranho que recomendo a vocês, desde que gostem de fatos intrigantes e cenas fortes, não propriamente envolvendo matança e sangue, pois o filme não tem essas coisas, mas, quando digo "forte", é porque... bem... vocês vão entender logo mais!

A coqueluche do momento é o sucesso no cinema de "50TONS DE CINZA". Muitos chegaram a se lembrar de outro, o "NOVE E MEIA SEMANAS DE AMOR". Curioso que não vi citações a este, o qual escrevo um pouco agora. 


ENCAIXOTANDO HELENA




Alguns podem encarar como uma história de amor. Outros podem ter um grande sentimento de repulsa e revolta, e não entenderem onde está o tal do amor. Tais compreensões devem-se ao fato, na minha opinião, de que a trama carrega um pouco das duas coisas. Desejo, paixão, obsessão, amor e sacrifícios, mutilação e prisão. 

Tudo isso acabou formando o "tempero" desta trama que pode ser observada como mais um romance que fala das muitas faces do amor ou, também, vista como algo psicodélico que nada tem além de fantasias psicóticas de alguém que talvez devesse sofrer de algum grave transtorno mental. Acontece que será VOCÊ quem irá decidir isso!

Dirigido por Jennifer Chambers Lynch - uma mulher que além de diretora também é roteirista e atriz. Pesquisando seu nome, dá para notar que ela ainda anda muito ativa nos tempos atuais com dois seriados: "Teen Wolf" e "Psych", além disso, acabei de ver que seu nome também está na produção de um filme intitulado "Acorrentados". Nem sabia da existência deste, mas agora vou procurar encontrá-lo.
Voltando ao foco, em "Encaixotando Helena", ela assina a direção e o roteiro. Há uma informação de que o lançamento mundial foi em 03 de Setembro de 1993. Mas estas informações técnicas e muitas outras você pode encontrar no site do Adoro Cinema.

Os protagonistas são Julian Sands (Dr. Nick Cavanaugh) e Sherilyn Fenn (Helena). Claro que há outros personagens na história, entretanto, eu garanto que, se você assistir, sua mente estará focada o tempo todo no casal. Ele a conhece e fica nutrindo uma paixão platônica. Tal sentimento se desenvolve tanto a ponto de ele, estupidamente, pensar que pode guardá-la consigo, para sempre. Para garantir que ela não fuja e estrague seus planos de viverem "felizes para sempre", ele amputa suas pernas e braços. Sem ter como se locomover, ela é obrigada a ter que ficar com ele, mas daí a amá-lo já se trata de algo não tão fácil assim.

Como disse antes, não há cenas com mortes, sangue, nada muito nojento, mas a presença forte do erotismo e da obsessão que Dr. Cavanaugh nutre por Helena. E acredite, algumas cenas podem deixar uma pessoa chocada. Como você encararia esse filme após vê-lo? Uma história de amor ou a obsessão transformada em loucura? Você decide!

Não me esquecendo de dar um destaque à música "Sadness", do grupo Enigma, que abrilhanta a trama para mexer ainda mais com a sua cabeça. rsrsrs...



2 comentários:

  1. Muito foda, adoro o Julian Sands !
    Esse filme é bizarro, sensual e triste!
    Hehehe, Sherylin Fenn foi meu sonho de consumo, hehe

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    Respostas
    1. "Sherylin Fenn foi meu sonho de consumo, hehe"

      Eh, eh, eh... Até a mim, que sou gay, despertou essa vontade aí.
      Um espetáculo de mulher!

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Peço educação e gentileza na troca de ideias. Obrigado!